domingo, 29 de março de 2009
PRODIGIO
sexta-feira, 27 de março de 2009
POSSIVEL CONTRATAÇÃO

quarta-feira, 11 de março de 2009
BOYACÁ 0 X 1 GREMIO
Podem me chamar de Loko, mas eu nao vi uma vitoria facil do Gremio na noite de hoje, vi uma equipe com medo de atacar um time fragil que estava respeitando demais o Gremio por jogar em casa.... O velho medo do Sr. Juarez.... Agora ao fim do jogo só escuto os dirigentes falando em ambiente perfeito, tudo as mil maravilhas estou temeroso com esse time, me perdoem os mais fanaticos mas com esse time nesse ritmo e gana não vamos muito longe na Libertadores... Nos Libertamos de Tunja, lugar onde lutou o Libertador Simon Bolivar... Bom foi uma vitória magra, com muitas chances perdidas, passes de 2 metros errados, fico imaginando o que um jogador com um visão diferente no jogo, com inteligencia não faria em um jogo desse, iria destruir o jogo, por tres vezes falei para os companheiros que assistiam comigo que era só tocar por cima do goleiro, o goleiro do Chicó esta a todo momento adiantado, seria uma pintura...segunda-feira, 9 de março de 2009
LEITON
domingo, 8 de março de 2009
SOU RONALDO!!!

"Sou Ronaldo, muito prazer em conhecer eu sou fenomeno Ronaldo Nazario dos Campos" - Ele está de volta aos Gramados, fiquei muito feliz hoje em presenciar esse fato histórico do futebol mundial, larguei tudo que estava fazendo no momento pra ver esse cara, que é sinonimo de luta e de garra, juro que me emocionei pela força e pelo espirito desse homem, Hombre de Fibra como diz o castelhano. Toda a imprensa mundial acompanhou o segundo jogo da volta desse Icone do futebol, saiu em materia do "as" da Espanha ( http://www.as.com/futbol/articulo/gol-ronaldo-provoca-derribo-valla/dasftb/20090308dasdasftb_60/Tes ), em "A Bola" de Portugal e ( http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=159936) , no Diario "Olé" dos nossos vizinho hermanos.
sábado, 7 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
Zé Humberto - Tecnico do União Rondonópolis
Tanto Medo no Coração
David Coimbra - Colunista ZH - Lá por 1988, talvez 87, Lula visitou Criciúma. Não lembro se já como candidato a presidente da República, provavelmente pré-candidato. Personagem importante, de qualquer forma. Ainda assim, fomos poucos a entrevistá-lo. Uns três ou quatro jornalistas reunidos nos fundos da igreja matriz, eu representando o Diário Catarinense. O salão paroquial vazio, nós sobre o palco de madeira, ouvindo o eco de nossas vozes, sentados em volta do Lula, ele com sua barba negra e seus olhos muito vivos, muito atilados, algo maliciosos. Não vejo mais aquela luz de malícia a dançar nos olhos de Lula. Deve ser fruto da experiência — decerto aprendeu que a ironia pode ser inteligente, mas de raro é simpática.
Participei de outras entrevistas com Lula de lá para cá. Mas nunca perguntei algo que desde os anos 80 me intriga: será que hoje, em retrospectiva, ele acha que seria um bom presidente, se fosse eleito em 1989? Suponho que não. Suponho que até o próprio Lula pensa, hoje, que em 1989 ele sofreria com a inexperiência.
Por que, então, Lula chegou ao segundo turno e por pouco não se elegeu? Entre diversos méritos de sua campanha, há um que ressalto mais do que todos: Lula feriu um ponto nevrálgico do subconsciente coletivo com um slogan de gênio:
“Sem medo de ser feliz”.
A princípio, parece uma tolice. Quem teria medo de que lhe ocorresse uma coisa boa? Aí está: todo mundo. A morena está olhando para você e você não vai lá. Quer ir, mas não vai. Por que não? O que você tem a perder? Nada. Mas você sente medo. Medo de ser rejeitado? Não! Medo de que ela aceite o assédio. De tudo o que representa a aceitação dela. Da mudança.
É por isso que, às vezes, você não vai àquela festa, não faz aquela viagem, não troca de emprego, continua casado. Você tem medo de ser feliz.
A campanha de Lula repetia esse sábio conselho ao eleitor: não tenha medo de ser feliz, aposte num trabalhador como presidente. Tocou direto numa corda sensível da alma do brasileiro.
Celso Roth padece desse mal. É bom técnico, mas tem medo de ser feliz. A escalação nitidamente covarde do Gre-Nal bastaria como prova, mas, durante o jogo,Roth deu uma mostra ainda mais cabal de que seu medo chega a ser doentio. Foi quando o Grêmio marcou o gol. Aquele momento é um diamante raro para quem tem apreço pela análise psicológica. É um momento precioso e irrepetível que bem merecia estudos do pessoal da Sociedade Psicanalítica.
O momento do gol. Era como o morena olhando para você, era o convite para a festa, a proposta de emprego novo. A felicidade logo ali. Roth entrou em pânico. Era demais para um homem como ele: ele havia mudado o time de forma surpreendentemente corajosa, o Grêmio passara a dominar a partida e, em poucos minutos, havia marcado o gol.
Roth ficou tão horrizado ante a possibilidade de vencer a partida e se consagrar que promoveu uma alteração de velocidade incomum a qualquer treinador, em qualquer parte do mundo: em menos de três minutos, havia um novo zagueiro em campo. Assim, o Grêmio entregou o domínio do jogo e perdeu o clássico e tudo ficou como sempre na vida de Roth. Como ele, no mais profundo da sua alma torturada, queria.

